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Esta categoria enfrentou o obstáculo da falta de padronização dos fornecedores. Basta pegar uma camisa de tamanho M de fabricantes diferentes que você entenderá o problema. Por exemplo, no caso das camisas cada fornecedor tem um molde com medidas diferentes para o mesmo tamanho M. Isso gera dúvida quando se pensa comprar roupa sem antes experimentar.

Mas, este problema de padrão nos tamanhos não é mais um barreira para a maioria das lojas que trabalham roupas, calçados, acessórios (anéis, brincos, colares, entre outros), pois muitas delas investem em fotos de ótima qualidade e principalmente tabelas de referência de medidas que ajudam o cliente a identificar qual tamanho é o ideal para ele.

Veja na imagem abaixo o exemplo de referência de tamanho para roupas femininas na loja www.dafiti.com.br


Esta categoria atingiu o primeiro lugar, com 19,9% entre as categorias com maior volume em pedidos de 2013 e se comparado com 2012 a categoria ficou em 2º lugar com 12,2% do volume (relatório Webshopper 27ª edição). Ou seja, a categoria teve um aumento de mais de 50% no volume em pedidos em apenas 1 ano! Estamos diante de um mercado em expansão que possui muitos nichos que podem ser explorados, afinal se pensarmos apenas no nicho “calçados” teremos: calçados masculinos, femininos, infantis, tênis para corrida, sapatos sociais, sapatênis, chuteiras, salto altos, chinelos, sandálias, botas, sapataos casuais, sapatilhas e por aí vai.

Segundo um estudo global do Forrester Research, os novos e-consumidores tem a tendência de primeiro se ambientarem com o ambiente virtual para conectar-se a outras pessoas, entretenimento. Num segundo momento realizam transações bancárias e contratam viagens para só depois comprar os primeiros produtos físicos que em geral são eletrônicos, celulares, computadores e livros. Então, depois de passar por essas etapas o e-consumidor mais amadurecido em suas experiências virtuais, passa a comprar de tudo um pouco.

Se juntarmos o que este estudo fala ao fato da categoria “Moda e Acessórios” ter praticamente duplicado sua fatia entre as categorias de maior volume em vendas, entendemos que o e-consumidor brasileiro já alcançou certo nível de amadurecimento em sua experiência online. Esta informação é muito útil para aqueles que pretendem atuar nesta categoria, pois já sabe que seu público, em geral, não será alguém tão leigo em comprar online.

Dados que comprovem que esta categoria só cresce não estão apenas nos relatórios da E-bit. O MercadoLivre realizou pesquisa que registrou um crescimento de vendas de 29% no nicho de calçados no período de janeiro a outubro de 2013 quando comparado ao mesmo período de 2012.

Um detalhe importante pra quem pretende abrir uma loja na categoria de moda é a de oferecer uma política de troca e devolução em que o cliente tem um prazo para efetuar trocar ou devolver o produto caso não tenha ficado satisfeito. Algumas lojas, como a www.dafiti.com.br, oferecem 30 dias para realizar a troca sem custo algum para o cliente. Para isso elas trabalham com logística reversa.

Tendências

A principal tendência para esta categoria é a de melhorar a experiência de compra tornando a mais real possível para isso algumas tecnologias já estão sendo testadas como a possibilidade de você visualizar a roupa que está comprando num modelo virtual baseado em sua foto. Existe também projetos de realidade aumentada para uso em lojas físicas em que a pessoa se vê diante de um monitor em tempo real e já com a roupa escolhida.

Modelo virtual

Realidade aumentada

Exemplos de sites nesta categoria:

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